23.10.12

Vida, um dia

Um dia passarei os dias deitado numa cadeira de repouso a beber whisky e a ouvir a 9ª de Bruckner, as Vésperas de Rachmaninov, o Bolero de Ravel (perdão pela banalidade), tudo pelo Gould, tudo da Hildegarde, Le Voyage Imaginaire de (ou melhor, por) Maria João Pires e mais meia dúzia de coisas que agora não me ocorrem e chamarei vida a isso. E será uma vida boa, seja Deus louvado.