5.6.13

Vinho - Gran Tarapacá Reserva 2011 Carmenère

A quantidade de coisas às quais não resisto é enorme, incomensurável. Um bom Carmenère é uma delas.

O Gran Tarapacá Reserva 2011 começa pela cor, um vermelho (que as senhoras da linha me perdoem) profundo, denso; continua pelo nariz, que não tem bananas nem anonas; e acaba no resto: óptimo ataque, longo fim de boca, a madeira presente mas subtil (se o fosse um bocadinho mais não perdia nada, mas enfim, não se pode ter tudo e muito menos a vinte e dois dólares a garrafa num restaurante - ao qual já lá vamos).