27.9.13

Santos e demónios

"...
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
..."
(Excerto da oração de S. Francisco de Assis)

O franciscano que vive comigo há dezenas de anos apanhou um pontapé nos tomates do qual só agora, coitado, recupera. Gostaria imenso que ele se matasse ou fosse desta para melhor, mas não há maneira. Os santos nunca morrem. Como os demónios, de resto.