21.10.13

Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa

Bebo-te, Lisboa, como-te, cheiro-te e ando-te. E pergunto-me: se vivesse aqui ainda gostar-me-ias tanto quanto me gostavas quando vivia aqui?

Amo-te como um adúltero ama a amante: por culpa e fatalidade, intensamente.

És uma mistura de vento e luz, Lisboa. Como resistir-te?