31.7.14

Diário de Bordos - S. Luís, Maranhão, Brasil, 30-07-2014

As minhas aventuras pelo sistema de saúde brasileiro continuam. Depois do atendimento de urgência no Socorrinho trata-se agora de ir a um especialista (ou dois, mais provavelmente. Veremos).

A primeira tentativa, segunda-feira, falhou porque era feriado. Um feriado selectivo - estava tudo aberto menos os serviços públicos - mas feriado. Terça-feira falhou porque a unidade de saúde que me tinham indicado não tem a especialidade que procuro; e porque o hospital público faz qualquer dos nossos passar por um hospital alemão.

De modo hoje fui a uma clínica privada. Há-as para todas as bolsas. A primeira que contactei custava duzentos reais. Maciel disse-me que nem pensar. Sugeriu-me outra, procurou-me o número de telefone e ecco, por metade fui atendido hoje mesmo.

A consulta foi cara: o médico mal me ouviu. Passou-me uma série de análises e disse-me para voltar lá quando as tivesse. Ciao, à la revoyure.

Quero um médico, não um psicólogo. Vamos ver o seguimento.

Infelizmente tudo indica que vou precisar doutro especialista, porque o antibiótico que o de sábado me receitou não parece estar a fazer muito efeito. Volta e meia ainda tenho acessos de febre que são uma porra.

A carcaça quer atenção. Vai tê-la.