Acho sempre interessantes os debates em que vozes se elevam contra serviços (normalmente) públicos a duas velocidades. No caso presente, em Portugal. é a saúde.
Primeiro, é uma hipocrisia: como se não existisse já uma saúde a duas, três ou quatro velocidades. Mas o que me parece mais interessante, é que não vejo nos defensores da uniformidade dos serviços a preocupação de melhorar o que existe: eles estão preocupados é em impedir quem tem dinheiro de ser melhor servido, não de melhorar os serviços para quem não o tem.
Coisa que, eventualmente, até se poderia conseguir - fazendo, justamente, pagar quem pode.
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Não prometo responder a todos os comentários, mas prometo que fico grato por todos.