20.11.06

Via Dolorosa

O Café do Teatro, que ontem completou quatro anos, é o sítio no Funchal onde vão os que são, os que querem ser e (pareceu-me) os que serão. O café é muito bonito, com os seus arcos, os degraus, o chão empedrado. Merecia melhor música, mas isto é ressabio de quem não tem jazz. E melhores cocktails: o Alexander que lá bebi anteontem era péssimo.

Para jantar, o Restaurante O Arco, na Rua da Carreira nº 63-A (291 220 134). O restaurante O Arco serve, passo a citar "cozinha nacional e internacional", tem um "esmerado serviço à lista", está "aberto diariamente para almoços e jantares" e tem "ar condicionado". Por mim, acrescento que tudo isto é verdade, que o serviço não só é esmerado mas também simpático, que o local é aprazível e a cozinha boa (só lá fui uma vez, é certo).

Outro restaurante de que gostei muito, ainda no Funchal, foi o Combatentes, rua Ivens 1 e 2, Rua de S. Francisco 1, tel. 291 221 388. Cito: "Service à la carte - Pratos regionais - Internacionais". A citação é muito parcial: o cartão pormenoriza os horários de abertura consoante os meses, e especifica que está junto ao Jardim Municipal (e ao Café Teatro, acrescento eu). Não sei de onde vem o nome, mas é inegável que combatem por uma boa cozinha, a preços acessíveis mesmo a um empreendor na área dos desportos náuticos e a servem de uma forma eficiente e sorridente.

Tive ainda ocasião de ir almoçar a Câmara de Lobos, ao Peixe na Praia (Praia do Vigário, 291 099 910). A praia pode ser do Vigário, mas o restaurane não o é com certeza. Tem uma localização invejável, uma vista de chorar sobre o Cabo Girão, sabem cozer peixe ao segundo (pelo menos, reitero, da vez que lá fui). Não vi os preços porque fui convidado.

Termino com o restaurante do Clube Naval do Funchal, onde já almocei, jantei e vou jantar de novo e almoçar. É bom, muito bom, mas não tenho muitos mais pormenores. Talvez amanhã...

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