31.5.09

Solidões - II

Já o fim de um amor é mais facilmente explicável, perceptível. O que não significa, claro, que não seja um momento de solidão penosa, igualmente. Mas isso é outra história.

7 comentários:

  1. Anónimo00:18

    A solidão tem a ver com nós próprios. Não com o outro. Por isso não há solidões. Só solidão. (e é bom sabermos viver com a solidão)
    Carla

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  2. Está enganada, Carla. Há muitas solidões, e todas elas são diferentes.

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  3. Luís, são solidões diferentes, ou graus diferentes de uma mesma solidão?

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  4. Diferentes, Luísa, creio eu: há tantas solidões quantas as esferas em que nos movemos: profissional, afectiva, social, etc.

    Já quanto a saber se há uma solidão contextual, englobante, metafísica - não sei, mas é um tema de reflexão interessante.

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  5. PS - Isto, claro, sem esquecer aquela solidão de solidões, mãe delas todas: a de quem em Portugal não percebe nada de futebol.

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  6. Essa solidão é tão dura de roer, Luís, que quase me atrevo a dar-lhe este conselho: «if you can't beat them join them». ;-D

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  7. Anónimo00:02

    Permitam-me repensar (relembrar), no meio deste debate, que por vezes a solidão faz (e sabe) bem. Muito bem mesmo...

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Não prometo responder a todos os comentários, mas prometo que fico grato por todos.