13.10.12

"O nosso problema não é de milhares de euros"?

Claro que não. É de atitude. E enquanto a nossa classe política não mudar de atitude ninguém vai sequer começar a querer ouvir falar de "cenários macro". É por isso que se devia ter começado por cortar a fundo nas mordomias - automóveis, subsídios de renda, refeições quase gratuitas, fundações (o que se fez veio tarde e pouco) -. A poupança não teria sido significativa? Não. Mas a cama estaria feita.

As pessoas que beneficiam dessas regalias encaram-nas como naturais; não se apercebem de que são um luxo, uma sorte, um privilégio; e sobretudo, pagos por outrém. É essa atitude que é preciso mudar. 

Enfim, tentar mudar.