13.11.12

Amor, amores

A humanidade anda há provavelmente milhões de anos a tentar definir o amor e - pelo menos tanto quanto sei - ainda ninguém encontrou uma resposta satisfatória.

A qual, na minha humilde e pouco experiente opinião é impossível porque inexistente. Não há o amor. Há amores, tantos quantos seres amados, e seres que amam.

Pois, diz-me, se tu és - e és - única, como poderia o que sinto por ti ser igual ao que senti por A., ou sentiria por B.?

Amor é uma conveniência, uma simplificação, uma preguiça. Ou, quando muito, uma falta: o que me falta quando tu não estás.

(Para a T., com carinho, amor e as mariquices do costume.)