25.6.16

Esparta também perdeu

Esta coisa frágil e falível que sou eu dentro de mim e para quem tão pouca paciência tenho.

Dou-lhe mais mimos do que os que de mim levo; oiço-a atento como se a amasse e faço-lhe quase todas as vontades.

Quase todas: a doença é uma ditadura e como a todas as ditaduras há que desobedecer-lhe. A fragilidade não deve vencer.