8.3.17

Há coisas que se perpetuam

Fui ao escritório buscar os sacos. Uma das recepcionistas disse-me "desculpe, mas..." Interrompi-a: "Não faz mal. De qualquer forma vou-me embora. Têm o meu número de telefone..."

Dez minutos depois estava à mesa do café com as duas senhoras que me iam entrevistar. Tiveram pelo menos a simpatia de inventar uma desculpa daquelas ("um cabo no veio...")

Gosto do Porto e a perspectiva de navegar no Douro atrai-me muito para lá do razoável.