28.5.17

A reflectir

Se, na Suíça, alguém lhe vender a Torre Eiffel, o Jet d'Eau, a Ponte Sobre o Tejo ou a Estátua da Liberdade e o generoso e tolerante leitor comprar e pagar; se posteriormente se aperceber de que foi defraudado e não tendo vergonha apresentar queixa num tribunal; e se o dito Tribunal aceder a julgar a causa - seria pouco provável mas não impossível - o resultado do julgamento ser-lhe-á (ou pelo menos tem sido até agora) - desfavorável. A jurisprudência suíça acredita que algumas fraudes são demasiado evidentes e que quem nelas cai é porque quer.

Os apoiantes da dupla Costa & Centeno deviam talvez pensar nisto.