12.7.17

Da liberdade (ainda, sempre)

- Mas a saúde, não posso desejá-la?
- De modo nenhum; nem de resto qualquer outra coisa que te seja estrangeira. Porque tudo o que não podes procurar ou manter como queres é-te estrangeiro. Mantém longe não somente as tuas mãos, mas o teu desejo. Se não, entregas-te tu próprio à escravidão, pões o pescoço no jugo se te deixas fascinar pelo que não te pertence, se te amarras ao que depende de outrém e é perecível.

Epictecto, in Da Liberdade, etc. (cf. post anterior).