As coisas são como são e não como as queremos, é facto irrefutável. Mas podemos - devemos - imaginá-las diferentes do que são, sem acreditar no que imaginámos. Exercício de equilibrismo, eu sei. Como tudo na vida: equilibristas na corda bamba, sem balancier.
Gosto de imaginar as coisas - todas as coisas, indiferenciadamente, objectos, actos, tempo, tudo - como se fossem aquelas flechas dos desenhos animados que procuram o alvo, hesitam, voltam para trás, sobem e descem até que finalmente chegam onde as queria o senhor (normalmente é um homem) que as atirou.
Hoje o meu dia, por exemplo foi uma flecha dessas atirada em direcção a um alvo que dizia "Ordem e descanso".
Ordem porque ultimamente me sentia como um polvo a perder a coordenação dos tentáculos. Descanso por razões mais ou menos óbvias.
Felizmente a flecha não perdeu muito tempo à procura do alvo. Antes assim. Posso readormecer em paz.
Gosto de imaginar as coisas - todas as coisas, indiferenciadamente, objectos, actos, tempo, tudo - como se fossem aquelas flechas dos desenhos animados que procuram o alvo, hesitam, voltam para trás, sobem e descem até que finalmente chegam onde as queria o senhor (normalmente é um homem) que as atirou.
Hoje o meu dia, por exemplo foi uma flecha dessas atirada em direcção a um alvo que dizia "Ordem e descanso".
Ordem porque ultimamente me sentia como um polvo a perder a coordenação dos tentáculos. Descanso por razões mais ou menos óbvias.
Felizmente a flecha não perdeu muito tempo à procura do alvo. Antes assim. Posso readormecer em paz.
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Não prometo responder a todos os comentários, mas prometo que fico grato por todos.