é que o jantar foi uma m... - num restaurante chinês da Baixa, chamado Peace - sim, eu sei, devia ter desconfiado -. Mas estava cheio de chineses - critério incerto, em muitos sítios: em Genève também há muitos restaurantes portugueses cheios de portugueses, e não há um que se aproveite; e tinha um inglês de rabicho que falava chinês fluentemente (fez-me lembrar o livro de um amigo, cujo personagem principal, francês, falava chinês com o proprietário do restaurante chino onde ia assiduamente comer - inutilmente: o dono, da segunda geração de imigrantes, não percebia patavina do que o cliente lhe dizia).
E o tempo insiste em não passar, cada minuto maior que o anterior.
Agora, em casa, oiço Swayzak, que não posso senão aconselhar, e bebo uma vodka gelada, e penso nos dias em que o dia de hoje será passado.
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Não prometo responder a todos os comentários, mas prometo que fico grato por todos.