14.9.14

Quase reedição

Por razões que agora não vêm ao caso ando a vasculhar o coitado do DV, e outras coisas.

Às vezes encontro coisas nessas coisas. Hoje encontrei isto:

"Em vão te esperei durante anos. Bastou abrir a porta que sempre me seguiu para onde quer que fosse e vi-te, ora ciclone, ora luminosa brisa. Nasceste vento: por ti lhe abri as portas e me fiz ao mundo. Deste-me a vida, e fechaste a porta. Quem não abre a porta do vento morre na calma podre da tua ausência."

Há dia em que escrevo como se não fosse eu a escrever.