27.4.18

Dois recordes

Ontem bati dois recordes: o da mais longa permanência de um telefone portátil comigo (três anos, mais coisa menos coisa) e o da mais curta permanência de um computador igualmente portátil: pouco menos de nove horas entre o momento em que o fui buscar à loja e aquele em que o dito computador, mai-los telefone e eu foi parar à água.

O mar e a arrogância (a que se poderia neste caso concreto igualmente chamar estupidez - haverá algum em que não se possa?) são imiscíveis. É possível que dentro de alguns decénios a vontade de me esquartejar em bocadinhos pequenos passe. Até lá: "enterrar os mortos e tratar dos vivos".