Se as palavras fossem flores, ou bombons, oferecer-te-ia um ramo delas, uma caixa. Mas não são. São palavras, só. Não lhes podes tocar, não as podes comer e só as podes ver se eu tas escrever como faço agora, que não te posso ver e muito menos tocar. Posso lembrar-me de ti como o papel, um dia, se lembrará delas, destas palavras que um dia lerás e no outro esquecerás, provavelmente, porque é esse o destino das palavras: serem esquecidas.
Enfim, nem todas. Algumas ficam. Como este beijo que aqui digo e escrevo e te envio e te chegará, um dia e em ti ficará muitos outros.
Espero.
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Não prometo responder a todos os comentários, mas prometo que fico grato por todos.