Hoje o dia será passado a fazer activamente nada. Nada. Dedicá-lo-ei a S. Fentanyl, ver se faz algum efeito ou se o assunto é tão grave que nem isso ajuda. Isso sendo o Fentanyl, claro, a droga que anda a matar americanos como krill na boca da baleia. Até agora, se faz não noto. A impressão que tenho é que isto é como querer matar um elefante com um mata-moscas. Esta porra desta dor não me larga e envenena dias e noites. Mais estas do que aqueles, claro: são mais frágeis, sensíveis, susceptíveis, mais falíveis. A noite é a metade feminina do dia.
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Não prometo responder a todos os comentários, mas prometo que fico grato por todos.