10.3.11

12 de Março

É óbvio que prefiro ser governado por políticos a sê-lo por padres ou militares. Mas não creio que venha grande mal ao mundo se meia dúzia, ou alguns milhares de pessoas se juntarem para fazer entender este governo, e os próximos, que a impunidade tem fim. E, sobretudo, não me parece que agitar o papão do Salazar seja muito adequado (ou eficaz, o que é lamentável). 

Sem comentários:

Publicar um comentário

Não prometo responder a todos os comentários, mas prometo que fico grato por todos.