A julgar pelo meu FB, devo ser o único português que nunca ouviu uma canção completa do Jorge Palma. Paciência. Não estou, contudo, completamente arredado: convivi de perto com uma senhora que o conhecia bem e me garantiu que era "um gajo porreiro". Chega-me. Prefiro de longe um gajo porreiro a um cantor cheio de talento. Há-os cheios de talento e execráveis. Cantores, pintores, escritores, escultores e outros ores. O carácter é mais importante do que o talento.
Pelo menos para quem quer ser amigo do artista. Quem lhe quiser apenas consumir a arte deve prestar mais atenção ao que o homem faz do que ao que é. Não se deve é misturar as duas coisas. São como o trabalho e o conhaque: a degustar separadamente.
PS - Aplico a mesma grelha aos políticos, às putas e aos palhaços, passem a redundância e as aliterações.
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Não prometo responder a todos os comentários, mas prometo que fico grato por todos.