Começando pelo fim: louvor e complexificação do SNS. Vi-lhe as duas faces de perto. Em Vila Real fui atendido por uma equipa que tinha a simpatia e a eficácia de um tractor russo avariado (com uma excepção). Em Loulé foi exactamente o contrário: pessoal simpático, atencioso, afável, bonito e sobretudo competente. Tive de ir ao sector privado fazer um TAC - o SNS é um grande fornecedor de clientes para o sector privado da saúde. Só deviam era arranjar forma de essa colaboração sair ligeiramente mais barata. Ligeiramente é uma maneira de dizer, claro. Mas enfim, foi graças a essa colaboração, à ajuda dos dois primeiros componentes dos três f (family and friends. Faltaram os fools), à excepcional simpatia das médicas dos dois sectores, o público e o privado, que fiquei a saber que vou ter de ser operado à anca e à coluna.
Fiquei também a saber, mas isso foi graças a mim e a mim solo, que ir do lugar de amarração aonde estamos até ao velho restaurante Almeida releva da mais tremenda inconsciência, para não dizer estupidez. No regresso um dos seguranças deu-me boleia no buggy. À ida apanhei duas negas. Tudo isto para comer um frango assado para lá do medíocre e ouvir o supra-mencionado Almeida ralhar-me por ter pedido frango.
Outra estupidez foi ter começado este post no computador. A dor nas costas não tolera estupidezes, sobretudo quando se seguem desta maneira.