As pequenas tascas da rue des Étuves e arredores desapareceram. Foram substituídas por sushi bares, specialty coffees mai-las putas que os pariram. Dos cafés popularuchos (no bom sentido do termo, que não sei se os tem maus) fica o café de la Sarine, que agora apresenta uma televisão gigante e música não sei de onde. Pedi ao simpático jovem que baixasse o som, ao que ele acedeu e olho para o menu das fondues. Ainda farei uma, antes de me ir embora?
Espero que sim.
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A tarefa agora é ir à Migros comprar natas como deve ser. Na Manor - aonde vim sabendo que seriam mais caras mas encontrei um Côtes du Bourg em "promoção", aspas porque estas aldrabices me fazem rir e de qualquer forma apetecia-me passear por estas bandas e aproveitar a solidão porque tanto o jardim da memória como o da melancolia dispensam companhia. Aliás, melhoram, sem ela.
É o inconveniente de ter muitas vidas, não é?
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(Cont.)
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Não prometo responder a todos os comentários, mas prometo que fico grato por todos.